SERMÃO DO MONTE, uma ligeira pincelada

Etimologicamente, sermão significa “discurso” (prédica, pregação),
mais apropriadamente de cunho moral (ético) e religioso (prática), em que
se proclamam verdades com o fim de moralizar ou tornar virtuosos os
profitentes.

No Evangelho de Mateus, no longo capítulo nº 5, desde o versículo 1
até o 48, encontramos o Sermão do Monte. Mais do que longo, é profundo
e magnífico em ensinamentos e abordagem dos mais diversos temas que
interessam ao ser humano.

Dentre os estudiosos e os analistas dele, e mesmo pelas mais diversas
religiões, é conhecido por várias denominações: SERMÃO DO MONTE,
SERMÃO DA MONTANHA (em razão do local em que foi proferido)
SERMÃO DAS BEM-AVENTURANÇAS e até SERMÃO DOS GOZOS
FUTUROS (em razão do seu conteúdo).

Ele foi proferido por Jesus, assim iniciado pelas anotações do
apóstolo Mateus:
“Vendo Jesus as multidões, subiu ao monte, e como se
assentasse, aproximaram-se os seus discípulos; e ele passou a ensiná-los,
dizendo: Bem-Aventurados...”

Pelos ensinamentos nele contidos, pela profundidade do tratamento
nos assuntos abordados, pela clareza dos ensinos ao alcance de todas as
mentes, pela universalidade dos temas, e, enfim, pela sua atualidade
temporal, os analistas e escritores dizem que o Sermão do Monte é:

►A alma do Evangelho;
►O coração do Evangelho;
►Base e fundamento da Doutrina Cristã;
►Uma promessa consoladora de gozos e recompensas futuros,
derivados das ações dos seres.


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